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Esse é um conto que reflete as relações que temos na vida tanto na vida corporativa quanto na vida pessoal, nos atiramos ao mundo, muitas vezes nem conhecemos o propósito de nossa trajetória. Passamos por ciclos de egocentrismo, de desafios, de reconhecimento, de superação.
Primeiramente nos colocamos para vida como grandes sabedores aonde não há melhor opinião e mais assertiva que a nossa; o amadurecimento e as situações nos desafiam a pensar diferente e a encontrar novas propostas, há momento que perdemos o fio tênue do que somos, do que nos tornamos e do queremos para o hoje ou amanhã, somente após de um autoconhecimento seguimos em frente sendo o protagonista de nossa história.
Lucia chega em casa cabisbaixa com os olhos marejados de lágrima e caminha direto para seu quarto aonde fecha a porta em silêncio, em seu coração há traços de incompreensão e de revolta pela situação em que está vivendo.
Sua mãe a vê chegar e nota que sua menina já é uma mulher, em um lampejo lembra se das sábias palavras de seu amado marido que sempre dizia que os filhos devem ser preparados para o mundo, saboreando o fel e o doce. Mas o seu amor de mãe é tão grande que caso pudesse a pouparia das mazelas humanas, independente da idade que ela tivesse.
A mãe de Lucia carinhosamente vai ao encontro da filha que desaba em reclamações e apontamentos sobre o comportamento de algumas pessoas que fazem parte do seu ciclo de relacionamento e diz encontrasse desorientada diante de tamanho problema. Após exaurir todos os pontos, sua mãe pergunta se pode contar uma história, Lúcia aceita meio a contragosto.
Sua mãe entre as suas mãos coloca uma das mãos de Lúcia e tranqüilamente começa:
Há muito tempo algumas fragatas saíram para descobrir novos territórios, conquistar vitórias, honrar seu nome e lutar por causas próprias.
Nessa época, as fragatas encontraram o mar calmo, o sol brilhante e um leque de vantagens, ao longo do caminho foram galgando espaço, no começo timidamente, depois com maior conhecimento e habilidades mais acuradas a ansiedade e a velocidade aumentaram e com ela outras metas foram sendo estabelecidas.
Algumas vezes as metas eram conhecidas, outras vezes eram conduzidas pela bem-aventurança. Um dia veio uma tempestade que devastou tudo que via a sua frente, nada sobrou intacto.
Uma das fragatas ficou a deriva por muito tempo, não conseguindo encontrar um porto seguro, não enxergando os sinais do farol, entrou em desespero, acreditando que melhor sorte não teria se pelo menos sua estrutura fosse rompida e terminasse no fundo daquele infinito oceano. Sentindo se diminuída e sem forças para manter.
As neblinas foram dispersando até poder ver o contraste do azul do céu e do mar. Foi ai que nesse momento tomou ciência que ela estava sendo o norte e o porto seguro de todas as outras fragatas maiores ou menores, por manter firme no propósito e respeitando a natureza.
Quando a mãe finalizou o conto concluiu carinhosamente, tocando no queixo de Lúcia: Isso quer dizer minha filha que algumas vezes nos sentimos como uma fragata à deriva, mas o mundo está vendo um porto seguro em você.
Quantas vezes na vida não nos sentimos como Lucia ou a fragata em perfeita deriva vendo apenas a tempestade e queixosos da vida? Quantas vezes não enumeramos problemas e comportamentos que nos parecem inadmissíveis e não conseguindo notar o farol que aponta o caminho? Quantas outras fragatas nos vêem e como nos vemos?
O que você é agora a fragata ou o porto?
Primeiramente nos colocamos para vida como grandes sabedores aonde não há melhor opinião e mais assertiva que a nossa; o amadurecimento e as situações nos desafiam a pensar diferente e a encontrar novas propostas, há momento que perdemos o fio tênue do que somos, do que nos tornamos e do queremos para o hoje ou amanhã, somente após de um autoconhecimento seguimos em frente sendo o protagonista de nossa história.
Lucia chega em casa cabisbaixa com os olhos marejados de lágrima e caminha direto para seu quarto aonde fecha a porta em silêncio, em seu coração há traços de incompreensão e de revolta pela situação em que está vivendo.
Sua mãe a vê chegar e nota que sua menina já é uma mulher, em um lampejo lembra se das sábias palavras de seu amado marido que sempre dizia que os filhos devem ser preparados para o mundo, saboreando o fel e o doce. Mas o seu amor de mãe é tão grande que caso pudesse a pouparia das mazelas humanas, independente da idade que ela tivesse.
A mãe de Lucia carinhosamente vai ao encontro da filha que desaba em reclamações e apontamentos sobre o comportamento de algumas pessoas que fazem parte do seu ciclo de relacionamento e diz encontrasse desorientada diante de tamanho problema. Após exaurir todos os pontos, sua mãe pergunta se pode contar uma história, Lúcia aceita meio a contragosto.
Sua mãe entre as suas mãos coloca uma das mãos de Lúcia e tranqüilamente começa:
Há muito tempo algumas fragatas saíram para descobrir novos territórios, conquistar vitórias, honrar seu nome e lutar por causas próprias.
Nessa época, as fragatas encontraram o mar calmo, o sol brilhante e um leque de vantagens, ao longo do caminho foram galgando espaço, no começo timidamente, depois com maior conhecimento e habilidades mais acuradas a ansiedade e a velocidade aumentaram e com ela outras metas foram sendo estabelecidas.
Algumas vezes as metas eram conhecidas, outras vezes eram conduzidas pela bem-aventurança. Um dia veio uma tempestade que devastou tudo que via a sua frente, nada sobrou intacto.
Uma das fragatas ficou a deriva por muito tempo, não conseguindo encontrar um porto seguro, não enxergando os sinais do farol, entrou em desespero, acreditando que melhor sorte não teria se pelo menos sua estrutura fosse rompida e terminasse no fundo daquele infinito oceano. Sentindo se diminuída e sem forças para manter.
As neblinas foram dispersando até poder ver o contraste do azul do céu e do mar. Foi ai que nesse momento tomou ciência que ela estava sendo o norte e o porto seguro de todas as outras fragatas maiores ou menores, por manter firme no propósito e respeitando a natureza.
Quando a mãe finalizou o conto concluiu carinhosamente, tocando no queixo de Lúcia: Isso quer dizer minha filha que algumas vezes nos sentimos como uma fragata à deriva, mas o mundo está vendo um porto seguro em você.
Quantas vezes na vida não nos sentimos como Lucia ou a fragata em perfeita deriva vendo apenas a tempestade e queixosos da vida? Quantas vezes não enumeramos problemas e comportamentos que nos parecem inadmissíveis e não conseguindo notar o farol que aponta o caminho? Quantas outras fragatas nos vêem e como nos vemos?
O que você é agora a fragata ou o porto?
muito bom!
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